Silêncio Dourado: Um Corpo Que Guarda Histórias

Silêncio Dourado: Um Corpo Que Guarda Histórias

Um retrato onde a luz repousa e o desejo aprende a ser eterno.


Ela não atravessa o tempo.
Ela permanece nele.

Há um silêncio antigo em seu corpo,
daqueles que não pedem palavras,
apenas contemplação.

A luz desliza com cuidado,
como se soubesse que ali mora
algo delicado demais para pressa.

Seu olhar não provoca —
ele guarda.
E guardar, às vezes,
é a forma mais intensa de seduzir.

Nada é excesso.
Nada é ausência.
Tudo é memória.

Como fotografias envelhecidas pelo tempo,
ela carrega marcas invisíveis,
histórias que não gritam,
mas permanecem.

Algumas imagens não querem ser vistas.
Querem ser sentidas,
devagar,
como quem folheia lembranças.

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